Como fazer o seu namorado mais feliz: leve-o ao Museu do Futebol

Entre os passeios mais interessantes que fiz em São Paulo em outubro de 2015, está o Museu do Futebol, no Pacaembu. E antes que você feche esta página com a velha desculpa de "eu odeeeeio futebol", pode parando por aí, leitor. Também nunca fui grande fã do esporte, mas cresci indo aos jogos do Brasileirão da série B e ouvindo os gritos, ora irritados, ora felizes do meu pai. Tirando essa parte fanática do futebol, o museu, que foi inaugurado em setembro de 2008, é o espaço perfeito pra aprender sobre jornalismo esportivo e sobre história durante os séculos XX e XXI do nosso país. Afinal, futebol também é expressão cultural.

Mas independentemente de gostar o não da bola rolando no gramado, eu não poderia deixar de acompanhar meu namorado nessa visita superlegal. E não é que ele carregou um sorrisão de orelha a orelha durante o passeio inteiro? Então, queridas e queridos, trago aqui um tutorial de como fazer o seu namorado barra pai barra tio barra amigo barra futebol lover mais feliz. Para ilustrar o post, é claro, não pude deixar de registrar o passeio.


Sala de fotografias históricas do futebol brasileiro. 400 fotos que contam sobre as conquistas do esporte no Brasil desde o final do século XIX até meados de 1930. Meu cantinho preferido do museu.


"Exaltação": um show acústico e visual em que a torcida é o grande destaque. Imagens de grandes torcidas brasileiras e seus gritos de guerra tomam conta desse salão.


  
'Sala das Copas': uma viagem pelas vitórias e derrotas do Brasil ao longo das Copas do Mundo de Futebol e também pelo cenário político de cada época.
A clássica camisa da Seleção Brasileira de Futebol assinada pelos jogadores.


Na 'Sala dos rádios' dá pra reviver gols históricos narrados por grandes radiojornalistas, desde Ary Barroso até José Carlos Araújo.

O melhor lugar pra tirar foto, é claro, é na saída pela arquibancada, com vista privilegiada para o estádio do Pacaembu
Gostou de conhecer um pouquinho do Museu do Futebol?
Ele fica no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Miler, em São Paulo.
Funciona de terça a sexta, das 9h às 16h. Sábado e domingo das 10h às 17h, mas fique atento aos dias e horários de jogos.
O ingresso custa R$9 (inteira) e R$4,50 (meia).

O Bloquinho pelo mundo: dicas preciosas diretamente do Cairo

 
Quando eu estava planejando a viagem para o Egito, o que mais vinha na minha cabeça era: visitar as pirâmides. Pirâmides e a esfinge. Já aqui no Cairo, depois de visitar alguns pontos turísticos, realmente não tem nem comparação. As pirâmides estão em outro patamar quando comparadas ao resto. Mesmo assim os outros pontos turísticos também são legais de visitar.

PIRÂMIDES
Ah, as pirâmides... Não me decepcionei nem um pouco. Elas não ficam exatamente no Cairo e sim em Giza, cidade vizinha. Para chegar lá de carro, se o trânsito cooperar, leva cerca de 30 minutos. Como normalmente o trânsito egípcio não ajuda, a dica é sair cedo de casa. O horário de visitação começa às 8h, então chegar cedo, por esse horário, também fica bem melhor por causa do calor. Só visualizem: as pirâmides ficam do lado de parte do Saara. Sim, muito quente. Então as primeiras dicas são: acordar cedo, levar uma garrafa d’água e passar protetor solar (o que aliás eu esqueci de fazer, resultando em um nariz bem vermelho e uma linda marca de óculos no rosto).

Chegando na entrada, lá vem uma decepção: eles notaram que minha carteirinha de estudante estava vencida (não sou organizada o suficiente para renovar essa porcaria). Estudantes pagam metade do preço na maioria das atrações turísticas daqui, assim como em vários outros lugares. Ter a carteirinha de estudante (ISIC, a carteirinha internacional, de preferência) é um "must" pra quem está viajando com o orçamento curto como o meu. Dei mole. A inteira para turistas é de 80 libras egípcias (1 real = 2,2 L.E.), então o desfalque nem foi tão grande. Obs.: ser egípcio também é uma ótima dica para economizar, já que o ingresso para turistas chega a ser oito vezes mais caro (É UM ABSURDO ISSO, DISCRIMINAÇÃO COM TURISTAS!).

São três pirâmides principais, as pirâmides das rainhas (bem menores que as outras três) e a esfinge. Infelizmente, desde os anos 1980, não se pode mais escalar as pirâmides, embora muitos ainda o façam (sim, eu queria; não, não escalei). Para matar um pouco a vontade, tem uma escada que leva até a entrada da pirâmide e dá pra subir até um terço mais ou menos da altura total. Acabamos não fazendo o tour por dentro das pirâmides por ser muito claustrofóbico e sem ar. Entramos em uma das pirâmides menores, mas não conseguimos nem descer dez metros e já pedimos arrego. Ah, para fazer o tour nas pirâmides você tem que pagar mais 200 L.E. (thanks, but no thanks).
No local existem vários vendedores oferecendo bugigangas a um preço até atrativo, mas se você tiver tempo para ir para Khan El-Khalili, você vai encontrar as mesmas coisas com preços bem melhores. Além disso, se alguém se oferecer para tirar fotos suas, não aceite: eles vão pedir por dinheiro depois. Tente pedir para algum outro visitante tirar suas fotos.
Por fim, camelos. Camelos e cavalos. Existem várias pessoas oferecendo passeio com os animais ou, ainda, só para tirar aquela foto esperta. Como eu já tinha andado de camelo no ano passado quando eu estava na Índia (e descobri que dói bastante a bunda), preferi só tirar foto em cima de um mesmo. Sempre combinem o preço antes, tanto para o passeio quanto para a foto.
E depois de mais de 100 fotos e um vídeo dançando "É o Tchan no Egito" em frente às pirâmides, posso dizer que valeu muito a pena. (Clique aqui para ver o vídeo)

CITADEL
Casa dos governantes egípcios por quase 700 anos, Citadel é um dos pontos turísticos mais visitadosdo Cairo. Fomos lá logo depois das pirâmides e olha... Haja disposição! Lá dentro é bem bonito, mas como não tem muita sombra no caminho até a entrada, sofremos um pouquinho. Citadel é um palácio/forte imenso com duas mesquitas dentro, além do museu da polícia egípcia (achei chato, #sincera) e outras coisas. A mesquita principal se chama Mohammed Ali Mosque e é linda demais! Em todas as mesquitas, deve-se tirar os sapatos para entrar, mas nessa não precisamos cobrir os cabelos (achamos que é porque é uma mesquita mais turística, porque o normal são as mulheres cobrirem a cabeça).
No lado de fora, a Citadel proporciona uma das melhores vistas da cidade, ficando atrás apenas da Torre do Cairo, dando para ver quase que ela toda.



MUSEU DO EGITO
O Museu do Egito foi nosso primeiro destino turístico. Ele é o Louvre do Egito, imenso e com muita história interessantíssima atrás de cada peça. Aqui vale a pena não ser mão-de-vaca e pagar um dos guias que ficam na entrada do museu para te acompanhar pelo passeio no museu. Não é caro, eles cobram cerca de 100 L.E. para o grupo por uma excursão no museu (dividindo em um grupo de três pessoas cada um gasta menos de 15$). Aqui é outro lugar que a carteirinha de estudante é mega necessária: com carteirinha a entrada é 35 L.E. e sem o preço sobre para 75 L.E. (sim, mais que o dobro). Além da entrada, para entrar na parte especial do museu onde estão conservadas algumas múmias, tem que pagar uma taxa extra de 100 L.E. - que não se encaixou no nosso orçamento estudantil pão-duro.
Como o primeiro passeio sempre tem que dar algum problema, ficamos na discussão “com guia ou sem guia”. Eu queria um guia, mas acabei sendo voto vencido porque em cada peça geralmente tem um textinho comentando por alto sobre sua história e as meninas acharam que isso era suficiente. Ok. Já dentro do museu, um garoto puxou papo com a gente, disse ser mestrando em história antiga egípcia e que podia ajudar no passeio (jackpot!). Ele sabia bastante coisa sobre cada canto do museu, mas tinha um problema: por ele não ser um guia do museu, ele não poderia estar nos explicando aquelas coisas. O que aconteceu? Uns guardinhas vieram e levaram ele para o chefe da segurança! Começamos a ficar supernervosas, pensando que algo poderia ter acontecido a ele ou, ainda, que algo poderia acontecer com a gente (vamos ser presaaaaas!). Um problema: ele mentiu dizendo que era nosso amigo de muito tempo e por isso estava nos ajudando e, quando o guarda perguntou para a Paula, ela respondeu a verdade. (Nota da editora a.k.a Ju Stott: SACANAGEM COM O MENINO!) A gente nem sabia o nome do menino! No final não deu em nada, foi mais um susto para que ele não fizesse mais isso. Mas que ficamos meio neuróticas, ficamos e muito. Moral da história: vai, paga um guia que vale a pena.
Por fim, o museu é grande demais para uma única visita. Ou tentem ver as coisas mais importantes de uma vez, ou tenham paciência para voltar lá um outro dia.

TORRE DO CAIRO
A Torre Eiffel do Egito. Apesar de não ser tão alta quanto a parisiense, a torre do Cairo é o local com a melhor vista 360º da cidade. Como a cidade como um todo não é muito alta, os 185 metros da torre são suficientes para abarcar toda a cidade. A entrada para turistas é 75 L.E.
A torre fica bem ao lado do Nilo, que divide a cidade ao meio. Do alto também dá para ver as pirâmides, mas só com o telescópio que tem lá ou com uma boa câmera. Falando no telescópio, tem uma taxa de 5 L.E. para usá-lo que NÃO. VALE. A. PENA. Sério, podia ter tomado um suco com esse dinheiro, sei lá. Horrível o telescópio. Guardem suas suadas 5 L.E.
O melhor horário para ir é no pôr do sol, porque ao anoitecer a torre fica toda iluminada e muito linda.


KHAN EL-KHALILI BAZAR
A Uruguaiana egípcia
. Toda bugiganga que você quiser comprar pra levar de lembrança, dá pra encontrar aqui. Chaveiros, estátuas, pingentes de prata, tudo! A dica é ficar ligado nos preços: a primeira oferta que eles dão nunca é a final. Assim como na Índia, aqui a regra é barganhar. O preço pode cair em até 1 terço do preço original, às vezes até mais (meio improvável quando se trata de turistas, mas quem sabe?). Caso a sua viagem não se restrinja ao Cairo, Luxor também é um bom lugar para comprar presentes. Como eu não vou poder ir lá, gastei meus trocados em Khan El-Khalili.

Como eu estou aqui de boas na casa da minha amiga, com carona pra cima e pra baixo e com mais tempo que o normal de uma viagem, levei uma semana pra fazer esses programas em meio a idas a cafés, bares, shoppings e sorveterias. Mas se você tiver disposição, dá para visitar todos esses locais em uns três dias.

Minha próxima parada será em Hurghada, cidade costeira no Mar Vermelho onde eu vou poder aproveitar esse calor maravilhoso de forma apropriada (lá pode usar short, #oremos).

O Bloquinho pelo mundo: O que tem no Egito?, por Nathalia Rocha

Não sou estudante de Comunicação Social como a linda dona do blog e o Fernando Loureiro - primeiro colaborador do Bloquinho pelo mundo -, mas vou me esforçar para escrever bem sobre as minhas experiências. Meu nome é Nathalia, sou estudante de direito da UERJ e estou fazendo um intercâmbio em Leipzig, cidade no leste da Alemanha, a uma hora de carro de Berlim. Mas antes de falar desse país cheio de coisas legais pra compartilhar, estou viajando durante 20 dias pelo Egito e vou escrever por aqui sobre algumas experiências nesses dois lugares. Com sorte, ainda espero falar sobre mais alguns que eu eventualmente for visitar. Espero que vocês se divirtam!
                                                                                             Nathalia Rocha



Muitos amigos me questionaram o porquê de viajar para o Egito, um destino no mínimo exótico. No ano passado, assim como o Fernando, eu fiz um intercâmbio pela AIESEC para a Índia e lá conheci intercambistas de todos os continentes. Morar numa casa com uma média de 20 pessoas por um mês e meio definitivamente vai fazer você ou construir amizades muito fortes ou causar uma guerra. No meu caso, consegui duas novas melhores amigas: uma de Belgrado, na Sérvia (Dijana) e outra do Cairo, no Egito (Paula). Após o fim do intercâmbio em Nova Delhi, começamos a planejar nosso próximo encontro que está acontecendo agora, um ano depois.       
          
Eu, Paula - do Egito, que recebeu a gente, e Dijana - da Sérvia
Cheguei aqui no dia 26 de agosto e a primeira imagem que eu tive da janela do avião foi: areia. Areia e v e r y w h e r e. Foi no mínimo engraçado ver toda aquela areia, até mesmo no pátio do aeroporto. O Egito não é um país tão pequeno, mas a sua população está concentrada ao longo das margens do Nilo e nas áreas costeiras, porque afastando-se dali o país é basicamente formado pelo deserto do Saara (ou seja, areia everywhere!). 
No aeroporto ainda, acho que tive minha primeira experiência ruim. Após pegar minha mala, eu estava saindo pela parte de quem “não tem nada a declarar” (No goods to declare) e o policial me parou e começou a me perguntar da onde eu tinha vindo e se eu realmente não tinha nada a declarar. Acho que ele não foi muito com a minha cara. Outro cara foi chamado e pediu que eu abrisse minha mala. Ele começou a revirar tudo. A dúvida que fica: e se eu tivesse deixado um monte de sutiã e calcinha ali de boas na mala? Como ficaria minha cara? Incrivelmente ele não achou nada de errado e me deixou passar. Acho que eles realmente não foram com a minha cara porque nenhum outro passageiro foi abordado e quando contei o acontecido para a minha amiga daqui ela ficou bem surpresa. Ou seja: podem largar seus sutiãs na mala que isso não deve acontecer se vocês vierem visitar o país.

Uma palavra para o trânsito: maluco
  Logo depois tive minha segunda experiência “ruim”: direção e egípcios não é uma coisa que deveria ser autorizada. O trânsito daqui é a coisa mais louca que eu já vi. Não imaginava que um dia eu diria isso, mas acho que é até mais louco que o trânsito indiano. Acredite que, quando eu digo isso, é MUITA coisa. O mais estranho é que eles se entendem nessa loucura. Ou eles são ótimos motoristas, ou os piores que eu já vi. É muita emoção. Quando minha amiga falou que eu não precisava colocar o cinto de segurança, eu disse: “Ah, mas eu preciso sim. Preciso muito.” Apenas imagine uma rua de mão dupla com carros estacionados dos dois lados, espaço para só um carro passar e eles dão um jeito para os dois carros passarem. Por fim: estacionar em fila dupla é supernormal, é só largar o carro ali e tá tudo tranks.
Ainda no assunto trânsito louco: eu só atravesso a rua segurando na mão da minha amiga. 21 anos na cara e tendo que dar a mão para atravessar a rua. SIM. Não lembro de ter visto faixa de pedestres aqui, mas provavelmente tem. Mesmo assim, todos atravessam a rua como se fossem feitos de aço e nada fosse acontecer. Sabe o que é mais incrível? nada acontece. Só saem atravessando e é isso ai. Como eu disse antes, eles fazem essa loucura dar certo, funcionar.


Rio 40 graus? Que nada!

Aqui também faz bastante calor. Não sou a pessoa mais esperta para escolher destinos de viagem, aparentemente. Tanto na Índia quanto aqui no Egito estamos em pleno verão e COMO FAZ CALOR! O problema é que, se você for mulher, não é muito legal andar de shortinho e regata por mais que você queira (e vai querer muito). Por ser um país de população majoritariamente muçulmana e conservador, mesmo sendo turista, não é muito bem visto andar pelas ruas com roupas curtas. You gotta cover yourself. Então traga na mala saias longas fresquinhas e camisetas de manga curta (eu devia ter trazido mais). Aliás, a Índia é um país bem conservador nesse aspecto também (e o assédio é bem maior), então a maioria das roupas que eu possuo nesse estilo eu comprei lá.
Parece que eu só estou falando de coisas ruins, mas o Egito é um país incrível! Os egípcios principalmente. No pouco tempo em que estou aqui, já fui muito bem recebida.
Eu e Dijana estamos hospedadas na casa da Paula, no Cairo. Já no primeiro dia aqui vários amigos da Paula estavam loucos para conhecer suas amigas estrangeiras. Sempre que encontrávamos alguém, a primeira coisa que a Paula pedia para a gente falar eram as palavras que já tínhamos aprendido em árabe. Lógico que a maioria era palavrão. A coisa mais legal que tem é você sair de casa e ensinar aos seus amigos estrangeiros os palavrões da sua língua. Mas também aprendi a dizer “oi, tudo bem?” (Ahlan, ezayak?), “ok” (meshi) e “obrigado” (shocram).
Por último, mas não menos importante, O SUCO DE MANGA DAQUI É MUITO TOP. Eu sou muito fã de suco de manga e posso dar meu selo de qualidade no daqui. Venham, nem que seja só pelo suco!
No próximo post, vou falar sobre os lugares mais legais para se visitar aqui no Cairo e alguns contratempos que se pode ter quando se é mão-de-vaca.
Alguém aí tá com vontade de conhecer o Egito?



Gastronomia | Fast food mexicano em Niterói


Quem gosta de sair do quadradinho com certeza vai curtir essa dica gastronômica. Com um público niteroiense acostumado com comida japonesa, pizza e petisco de bar, o Maíz Fast Mex chegou no finalzinho de 2014 para chamar a atenção da galera e encantar pela comida gostosa e customizada - dá pra montar seu próprio burrito! Sim, estou falando de culinária mexicana, mas em forma de fast food. 
Pra lá de inspirado no americano Chipotle, o Maíz traz burritos generosamente recheados, saladas, tacos, brownies com pimenta cayenne e uma sobremesa de doce de banana, calda de caramelo e canela envolvidos por uma tortilla.
A "unidade piloto", como chama o fundador, Adriano, serve de teste para uma futura rede de franquias, que eu sinceramente torço que dê certo. A localização é boa: no meio da Rua Tavares de Macedo, em Icaraí. E mesmo em tempos de crise econômica, recomendo o lugar pelo bom atendimento, pelo preço justo e pela comida feita com carinho. 
O que mais me encanta no Maíz é a cozinha aberta, limpa e em contato quase direto com o cliente. Já passei quatro vezes por lá e nunca vi nada sujo, nem na cozinha, nem nas mesas.
Agora, sem medo de ser feliz, me conta aqui nos comentários os lugares que você mais gosta de ir em Niterói - ou em outras cidades do Brasil!

Série para viciar no finzinho das férias? Veja Arrow

Nessas férias de julho eu decidi me jogar nos meus passatempos preferidos: livros e séries. Depois de ter devorado "Quem é você, Alasca?" do queridinho John Green, fiquei com a sensação de que precisava de algo novo para me entreter. Me joguei na série Arrow, que minha amiga Izabella tanto falava. Não demorou muito até eu chegar na metade da primeira temporada. São três temporadas disponíveis no Netflix e uma quarta temporada que vai estrear em setembro na CW.


Nunca fui fã de super-heróis e no começo fiquei em dúvida se Oliver Queen tinha poderes sobrenaturais ou era apenas um sobrevivente resistente. Ainda bem que era a segunda opção. 
Arrow conta a história de um jovem adulto milionário e mimado que sofre um naufrágio em seu iate particular. Além de ver a cunhada - e também amante - e seu pai morrerem bem na frente dele, Oliver vai parar em uma ilha nada normal. Depois de cinco anos lutando pela sobrevivência no meio do nada - e todos achando que ele estava morto - o nosso protagonista volta a Starling City com um propósito: corrigir os erros que seu pai, Robert Queen, cometeu no passado. Isso inclui ameaças e assassinatos, mas eu garanto que são por bons motivos! 
O grande dilema de Ollie agora é não poder mostrar as pessoas que ama que mudou - para melhor. O personagem usa tudo o que aprendeu na ilha para se tornar um arqueiro misterioso (Arrow). Debaixo de um capuz verde, Oliver tem que se desdobrar para continuar parecendo o mesmo de cinco anos atrás, tendo que convencer o delegado, pai de sua ex-namorada, que é inocente. Já viu a treta? Pois é. Isso é só o começo.
Já estaria bom pra mim se a história parasse por aí, mas é impossível assistir a um minuto de série e não reparar que Stephen Amell é bastaaaante atraente. Com um colírio desses nos olhos, você com certeza vai querer conferir um pedacinho da série.


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